Por Renata Czekay
O conhecimento tem presença garantida em qualquer projeção que se faça do futuro. Hoje muitos educadores perplexos diante das rápidas mudanças na sociedade, na tecnologia e na economia, perguntam-se sobre o futuro da educação, então aparecem as palavras, projeto político-pedagógico, esperança, ideal pedagógico.
Para se desenhar uma perspectiva para a educação é preciso distanciamento, é sempre um ponto de vista. Vale tudo para aprender. Isso vai além da reciclagem e da atualização de conhecimento e muito mais além da assimilação de conhecimento.
A sociedade do conhecimento possui múltiplas oportunidades de aprendizagem, parcerias entre público e privado ( família,empresas, ONGs ... ) avaliações permanentes, debate público, autonomia da escola. As conseqüências para a escola e para a sociedade em geral são enormes, ensinar e pensar, pesquisar, raciocinar, saber organizar o seu próprio trabalho, ser independente, articulado ser criativo e autônomo.
Neste contexto de impregnação do conhecimento, cabe à escola: amar o conhecimento como espaço de realização humana, de alegria e de contentamento cultural, inovar, ser provocadora, construir e reconstruir.
A escola deve estar no caminho do exercício da cidadania. Como diz Ladislau Dowbor (1998) “ A educação torno-se estratégica para o desenvolvimento, mas, para isso, não basta modernizá-la, como querem alguns. Será preciso transformá-la profundamente, deixará de ser lecionadora para ser gestora de conhecimento”
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